Primeiro existiu o Cacto.lab.
Antes de existir o Mossoró Bike, existia o Cacto.lab. Naquele momento, era um projeto essencialmente individual: um grupo de uma pessoa e um perfil no Instagram usado para publicar vídeos de pedais realizados por outros grupos.
Ao mesmo tempo, a cena do ciclismo local já possuía grupos que mostravam a força de uma comunidade organizada. Entre as referências que ajudaram a amadurecer a ideia estavam o Comando Sertão Bike e a Resistência do Pedal.
A inspiração não era simplesmente criar mais um grupo. A ideia começou a ganhar forma em torno de uma pergunta: seria possível construir uma comunidade com organização, identidade, tecnologia e uma maneira própria de fazer as coisas?
30 de setembro de 2025: Volta da Onça.
Em 2025, Aníbal Segundo, idealizador do atual Mossoró Bike, e o presidente do Comando Sertão Bike decidiram realizar um pedal chamado Volta da Onça, marcado para 30 de setembro de 2025.
Para organizar especificamente aquele pedal, foi criado um grupo. A intenção inicial era prática: reunir os participantes, concentrar informações e facilitar a organização da atividade.
O que aconteceu depois mudou o rumo da ideia. A organização do pedal e a aceitação dos participantes mostraram que aquele espaço poderia continuar existindo mesmo depois do desafio.
Um grupo. Vários nomes.
Depois da Volta da Onça, o grupo não foi encerrado. Ele passou por uma sequência de identidades enquanto a proposta ainda encontrava sua forma.
O mesmo grupo que havia sido criado para o primeiro desafio passou a usar o nome Cacto.lab e, em seguida, Lista de Comando.
Esses nomes fazem parte da pré-história do MB. Não eram projetos separados: eram etapas do mesmo espaço que, poucas semanas depois, receberia a identidade que permanece até hoje.
21 de outubro de 2025: Mossoró Bike.
Em 21 de outubro de 2025, o grupo que já havia sido Volta da Onça, Cacto.lab e Lista de Comando foi finalmente renomeado para Mossoró Bike.
A transformação não aconteceu apenas no WhatsApp. O Instagram Cacto.lab também foi renomeado para @mossorobike, unificando a nova identidade.
É a partir desse momento que começa, de fato, a história pública do Mossoró Bike como conhecemos hoje, com Aníbal Segundo à frente da idealização e com o auxílio, experiência e participação de Herculano, que desde o início esteve ligado à liderança do MB.
Não bastava criar mais um grupo.
Desde o começo, tecnologia e inovação fizeram parte da forma como o Mossoró Bike começou a se estruturar. A intenção não era apenas reunir ciclistas em um grupo de mensagens.
O objetivo passou a ser criar soluções próprias para problemas que apareciam dentro da própria comunidade: organização de pedais, comunicação, identidade, experiência dos membros e, posteriormente, ferramentas digitais.
Esse princípio acabaria dando origem a diferentes iniciativas do MB: sistemas próprios, Lista Online, Membership, carteirinha digital, ferramentas para iniciantes, Warehouse e outros projetos.
A primeira jersey precisava significar alguma coisa.
Conforme o Mossoró Bike começou a ganhar identidade, surgiu um pedido natural dos participantes: uma camisa do grupo.
Para Aníbal, porém, simplesmente criar uma jersey com uma logomarca não seria suficiente. A camisa precisava fazer parte da cultura que estava sendo construída.
Dessa ideia nasceu uma proposta minimalista e, principalmente, uma progressão de cores. Em vez de tratar todas as jerseys apenas como produtos, as diferentes cores começaram a representar uma trajetória dentro do Mossoró Bike.
Essa decisão se tornaria um dos elementos mais reconhecíveis da identidade do grupo: no MB, a camisa não existe apenas para vestir o ciclista. Ela também ajuda a contar sua caminhada dentro da comunidade.